sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sweet babboo*

Já passa das 2h da manhã e eu ainda estou a pé. Tanta coisa para fazer amanhã e ainda uma reunião de última hora ditaram que a noite fosse passada em frente ao computador. Qualquer dia tenho calos na ponta dos dedos!
Hoje tive o prazer de entrevistar... correcção: conversar, não gosto de entrevistas, ma adoro conversas. Dizia eu, tive o prazer de conversar com a viúva de Charles Schulz, ele próprio, o criador do Snoopy e dos Peanuts. Foi um prazer! Uma senhora doce. Tirou-me fotografias e pediu-me autorização para colocar a foto no blog dela. Dá para acreditar?!
Se gosto do meu trabalho? Sim, gosto. Por tudo e porque me traz surpresas que não estão ao alcance de muitos e surpresas essas que eu nunca sonhei merecer.

*Expressão carinhosa de Jeannie Schulz para o seu marido e que emprestou à Sally dos Peanuts. Contou-me a própria. :)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Das duas, uma

Os dias passam e entre "agora não posso", "agora não me apetece", "já lá vou", "nem sei por onde começar", o blog ficou para trás. Só há duas opções:
a) ou tem acontecido tanta coisa que não deixa tempo livre para o blog;

b) ou não tem acontecido nada, logo, não há nada para escrever.

Neste caso, resposta certa é a a). Tanta coisa boa felizmente... e tanta coisa má também.

Coisa boa: finalmente vou fazer uma coisa que há tanto queria! Andava atrás disto há tanto tempo que já punha em causa se, de facto, valia a pena consumir-me com isto.

Nada de grave mas preferia que não tivesse acontecido: a minha filha Mariana abriu o sobrolho. A quantidade de sangue que se derramou não deve ter sido proporcional à dor que ela sentiu e ainda assim o corte foi enorme. Foi há mais de duas semanas, o corte está com bom aspecto mas ainda lhe dói.

Má: havia tanto para dizer aqui... injustiça, frustração, raiva, mágoa, dor, ofensa, desilução, resignação... tanto, mas tanto. Mas não posso. É melhor não.

Entre bons e maus cá vou, com menos tempo do que aquele que eu gostava de ter.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Hope

Ontem, por acaso, vi o primeiro episódio da primeira temporada de Raising Hope.
A história mete papás, bebés, mas não é mais do mesmo. É super divertida! O marido diz que é "um bocado freak". Se calhar por isso gostei tanto. Agora tarefa difícil é não me esquecer que às 2ªs feiras dá na Fox.
Às 2ªs feiras dá na Fox.
Às 2ªs feiras dá na Fox.
Às 2ªs feiras dá na Fox.
Às 2ªs feiras dá na Fox.
Às 2ªs feiras dá na Fox.
Às 2ªs feiras dá na Fox.
Pronto, deve ser o suficiente.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Não é só uma tupperware. É a MINHA tupperware!!!!

Vamos lá ver uma coisa: eu fico com os carros dos outros? Não. Eu fico com roupas que não me pertencem? Não. Eu guardo livros que não são meus? Não. Então porque raio é que insistem em ficar com as minhas tupperwares?! E a desculpa de que "são só tupperwares" para mim não vale. Porque se são minhas tupperwares, se as comprei ou se mas deram, e se eu as estimo é porque gosto delas, preciso delas, porque quero-as na minha despensa, à minha disposição. E também não me venham com argumentos do tipo "como é que sabes que são tuas?" Porque eu sei. Eu identifico as minhas coisas à légua. E além disso, basta ter dois olhos na cara. Cada um tem o seu parque tupperwaríco. Quando há umas caixas de cores vibrantes (as minhas!) que se destacam da restante paleta de tons baços, desmaiados e gastos alguma coisa se passa, não é?
E o que se passa é que aquela tupperware é minha!!!!!

A sério, se eu tenho o cuidado obsessivo de devolver o que não é meu, mesmo que sejam aquelas caixas descartáveis dos pronto-a-comer, porque motivo insondável é que não me devolvem o que é MEU???!!! Da próxima vez, juro que pego no resto das caixas da colecção e as ofereço a quem ficou com o que é meu. "Aqui está o resto da colecção. Já percebi que gostou imenso. Pode ficar com elas, a sério. Até porque a MINHA tupperware azul já estava com saudades da verde."

Ca nervos!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Não me vou enfurecer

Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer. Não me vou enfurecer.



Não me vou enfurecer só enquanto não tiver a certeza. Porque depois... perdido por 100 perdido por 1000. E aí sim. Vou enfurecer-me!!!!!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Angústia ao acordar

Hoje as filhas acordaram sozinhas. Eram 8h30. Já eu tinha uma panela de sopa a fazer para o jantar.

Levantaram-se da cama, foram escrivinhar no quadro branco, passearam de triciclo no eixo sala-cozinha-quarto. Entretanto, eu dava as primeiras ordens do dia. "Meninas, vão fazer xixi" "Meninas, venham comer". E nada. Como resposta, só os triciclos a riscar-me o chão. Pousei a varinha mágica que triturava os legumes já cozidos, saí da cozinha, e disse-lhes que "se há coisa que me deixa muito zangada é vocês não fazerem o que eu digo. E eu disse que era para ir para cozinha comer."

E aí, a vozinha angustiada da Mariana suplica "Oh mãe, sopa não..."