Pela fresquinha. Aquele sol da manhã. Aquela espreguiça. Aquele sorriso. Aquele abraço. Aquele humor. Pela fresquinha. De alma e peito abertos. Pela fresquinha. Aquele(re)começar de novo. Inspira. Fecha a porta. Bora lá. Pela fresquinha.
sábado, 24 de julho de 2010
FI-NAL-MEN-TE!
As férias chegaram. E pronto. É isto. Vou ali (tentar!) descansar um bocadinho e já volto. Tostadinha, espero! ;)
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Férias: nada a ver

A julgar pela actividade deste blog diria-se que entrou de férias. Mas não. Há apenas muito trabalho deste lado. Juro que ainda venho aqui desejar boas férias (ou bom trabalho, se for caso disso) a todos.
Fui. (trabalhar mais um bocadinho... quase que consigo adivinhar calos na ponta dos meus dedos de teclar tanto...)
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Podem chamar-me rouxinol
Hoje fiquei a saber que alguém é da opinião que eu tenho uma voz "deveras terapêutica". Nunca me tinham dito tal coisa, mas sorri... e no fundo gostei.
Na realidade este post-umbiguista é mais para afastar um bocadinho o peso e a a acidez do post abaixo.
Na realidade este post-umbiguista é mais para afastar um bocadinho o peso e a a acidez do post abaixo.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Às vezes chamo-me Boris
A foto não é bonita mas é mesmo assim que às vezes me sintoSe há coisa que me tira do sério é que se metam com os "meus". Meus amigos, meus familiares, meus queridos. Cada palavra menos elogiosa que lhes dizem é como se a dissessem a mim. Dói-me como se fosse para mim. Fico a pensar e a repensar naquilo como se tivesse sido comigo.
Não me venham com a história da sinceridade e da frontalidade. São belos pleonasmos para falta de educação. Não me venham com a história que "era só a brincar". Não, não era. Há certas coisas demasiado delicadas com que não se brinca. E quem brinca com coisas assim ou é inconsequente ou é parvo. E os parvos corro-os da minha vida. Ao pontapé.
Mas há sempre alguém menos desfrontalizado que esses idiotas: eu, que não digo à primeira, o que me está preso na garganta. Mas até a mim, que peso à miligrama cada palavra que digo, me chega a falta de paciência à boca.
Esse dia vai chegar. Ai se vai! Por enquanto, o canídeo que há em mim só se solta para dentro. Mas eu já o vejo a espumar da boca, a arreganhar os dentes, a rosnar, a ser acometido por um ataque de raiva, a corrente que o prende está quase a ceder. Um dia destes é dia santo.
Quando se metem com os meus levam comigo. Não aceito que critiquem os meus? Se calhar não. É um defeito meu? Se calhar é. Temos pena.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Tem troco???!!!
O bolso deste arrumador tinha moedas de 2€ e tudo!!!Se há criaturas que me enchem de comichões até ao céu da boca são os senhores arrumadores. Invade-me um ataque de urticária quando eles dão indicação para estacionar já neste buraquinho aqui quando há todo um parque livre que me dá o luxo de escolher. Aqui, ali, mais longe ainda ou até estacionar atravessado só para queimar lugares de tantos que há à ecolha do freguês.
Sucede que no outro dia, e porque não havia outro lugar vago, lá veio o senhor-que-entrou-numa-banheira-pela-última-vez-vai-para-cima-de-um-tempão dar indicação naquele lugar. E teve mesmo que ser porque não havia outro vago num raio de 2 km. Quando chegou à hora de ser chulada (peço desculpa, mas é assim que sinto), eu só tinha notas na carteira e expliquei isso mesmo ao senhor, depois do almoço lá o deixaria assaltar-me. Ao que ele, muito solicito, me responde:
- Não se preocupe, eu tenho troco!
E ali fiquei eu com cara de parva a olhar para ele, completamente atordoada com aquela resposta. De repente os papéis inverteram-se. Pois com certeza, dou uma nota ao arrumador e ficou eu com a carteira cheia de moedas. É que é mesmo isso.
Amiguinho, aguenta até depois do almoço que logo levas a moedita. De 20 cêntimos e já gozas!!!!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Não doeu! Mesmo!
Hoje foi dia de ir ao piso da administração. Colher sangue para análises, deixar lá o tubinho com o xixi (sim, tubinho!!! Depois disto acho que terei sucesso quando fizer passar um elefante pelo buraquinho de uma agulha!), e fazer mais um ou dois exames que dirão se sou saudável ou não.
A parte boa é que a enfermeira, originária de um dos países de Leste, foi de uma habilidade raríssima. Com toda a certeza que antes de espetar o agulhão no meu doce e frágil braço ela calçou-lhe uma luva de seda. Só pode! Eu sei, parece mito afirmar que colher sangue para análises não dói. E não dói. Raríssimas vezes. A primeira vez que tal fenómeno aconteceu comigo foi pela agulha de uma enfermeira originária de um país de África. Dou-me melhor com as enfermeiras estrangeiras, pelos vistos.
Outra parte boa é que depois de ter subido para a balança para controlo do peso ela indicava uns agradáveis 49kg. E eu gostei! Afinal qual é a mulher que não gosta de pesar menos do que estava à espera?!
A parte boa é que a enfermeira, originária de um dos países de Leste, foi de uma habilidade raríssima. Com toda a certeza que antes de espetar o agulhão no meu doce e frágil braço ela calçou-lhe uma luva de seda. Só pode! Eu sei, parece mito afirmar que colher sangue para análises não dói. E não dói. Raríssimas vezes. A primeira vez que tal fenómeno aconteceu comigo foi pela agulha de uma enfermeira originária de um país de África. Dou-me melhor com as enfermeiras estrangeiras, pelos vistos.
Outra parte boa é que depois de ter subido para a balança para controlo do peso ela indicava uns agradáveis 49kg. E eu gostei! Afinal qual é a mulher que não gosta de pesar menos do que estava à espera?!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
ADORO!!!
Manjericão, ou basílicoAdoro o sabor e o cheiro. É fresco, refrescante, sabe a férias e a tudo de bom. Quando chega a casa o aroma toma conta da cozinha e do coração. E de repente faz-se férias. Ali mesmo. Roupa fresca e pele tostada tomam-me conta do pensamento. Vai bem com tudo. Transforma tudo para melhor. Até me transforma a mim.
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