terça-feira, 22 de novembro de 2011

Gelaram-se as palavras

Só para dizer que o Inverno ainda nem chegou e eu já estou farta das roupas quentes e grossas e que me fazem sentir um chouriço! E que já me irritam as mãos frias e os pés frios e o frio em geral. E a comida que arrefece num instante e a roupa que nunca mais seca. "Encinzenta-me" olhar para o céu e só ver nuvens, olhar pela janela e só ver as árvores a abanar. Arrefece-me a alma ver as árvores despidas e os vasos sem flores. Agita-me o mar agitado e afoga-me a chuva que cai.

Aconchegam-me as saudades do tempo quente.

É a minha vez?! A sério???!!!

Aconteceu-me uma coisa fantástica, da qual eu andava atrás há... ora deixa cá ver... há pelo menos 6 anos!!! 6 anos!!! E quando me aconteceu eu fiquei tão, mas tão feliz!!! Dei, literalmente, pulinhos de alegra, engoli alguns gritos histéricos porque gritar à maluca parece mal. Mas, bolas!, finalmente cheguei onde queria... quer dizer, mais ou menos. Tenho vindo a descobrir que não sou uma rapariga fácil de agradar, sobretudo no que diz respeito às coisas que quero e às pessoas que amo. Mas pronto, o primeiro passo está dado e com certeza que há muita coisa a melhorar. E estamos cá para isso. De peito aberto e com a cabeça preparada para levar muito (na cabeça). Mas, caramba!, consegui!!! Depois de me expôr muito, depois de abrir a minha alma muito, depois de ouvir "não" muitas vezes, depois de ter chorado depois de ouvir a palavra-travão... depois de tantas coisas, chegou a minha vez!!!!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Vai de retro!

Sempre ouvi dizer que quando os electrodomésticos começam a avariar é uma espécie de virus que leva todos à frente. Como é óbvio, nunca acreditei nestes vatícinios... mas, diabos me levem!, não é que de manhã estragou-se a torradeira, à noite o ferro de engomar finou-se ao mesmo tempo que reparei que a caldeira pinga por todo o lado?!
Juro que fiquei com medo... e a minha carteira também...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Da Margarida

"Mãe, eu não consigo portar-me bem! É muito difícil...!"

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Nem sei que diga

Basicamente é isso: nem sei que diga. Os dias sucessedem-se, coisas boas até vão acontecendo (domingo regressei da Disneylanda Paris, fui lá em trabalho, conheci gente simpática), mas acho que perdi o dom da escrita. Sinto dificuldade em passar para palavaras as minhas experiências... mas agora estou a conseguir construir frases. Será só falta de tempo? Ou falta de paciência? Ou de motivação? Bom, não sei ao certo. Mas algo me falta.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sweet babboo*

Já passa das 2h da manhã e eu ainda estou a pé. Tanta coisa para fazer amanhã e ainda uma reunião de última hora ditaram que a noite fosse passada em frente ao computador. Qualquer dia tenho calos na ponta dos dedos!
Hoje tive o prazer de entrevistar... correcção: conversar, não gosto de entrevistas, ma adoro conversas. Dizia eu, tive o prazer de conversar com a viúva de Charles Schulz, ele próprio, o criador do Snoopy e dos Peanuts. Foi um prazer! Uma senhora doce. Tirou-me fotografias e pediu-me autorização para colocar a foto no blog dela. Dá para acreditar?!
Se gosto do meu trabalho? Sim, gosto. Por tudo e porque me traz surpresas que não estão ao alcance de muitos e surpresas essas que eu nunca sonhei merecer.

*Expressão carinhosa de Jeannie Schulz para o seu marido e que emprestou à Sally dos Peanuts. Contou-me a própria. :)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Das duas, uma

Os dias passam e entre "agora não posso", "agora não me apetece", "já lá vou", "nem sei por onde começar", o blog ficou para trás. Só há duas opções:
a) ou tem acontecido tanta coisa que não deixa tempo livre para o blog;

b) ou não tem acontecido nada, logo, não há nada para escrever.

Neste caso, resposta certa é a a). Tanta coisa boa felizmente... e tanta coisa má também.

Coisa boa: finalmente vou fazer uma coisa que há tanto queria! Andava atrás disto há tanto tempo que já punha em causa se, de facto, valia a pena consumir-me com isto.

Nada de grave mas preferia que não tivesse acontecido: a minha filha Mariana abriu o sobrolho. A quantidade de sangue que se derramou não deve ter sido proporcional à dor que ela sentiu e ainda assim o corte foi enorme. Foi há mais de duas semanas, o corte está com bom aspecto mas ainda lhe dói.

Má: havia tanto para dizer aqui... injustiça, frustração, raiva, mágoa, dor, ofensa, desilução, resignação... tanto, mas tanto. Mas não posso. É melhor não.

Entre bons e maus cá vou, com menos tempo do que aquele que eu gostava de ter.