Comprei o pão preferido dele. Só depois me lembrei que ele não está cá para fazer torradas.
Comprei batatas doces para assar e comer à noite enquanto vemos televisão. As batatas ainda estão na cozinha à espera que ele chegue.
O strudel de maçã voltou para o sítio porque lembrei-me que não tenho com quem partilhá-lo.
Por tudo isto, este fim de semana dei comigo a pensar que a vida de recém-divorciado não deve ser mesmo nada fácil. É que além da convulsão sentimental, que deve doer a cada pestanejar, há também a dureza do dia-a-dia rotinado, em que as coisas são feitas como sempre, apesar de haver claras alterações que não justificam que as coisas continuem a ser como eram.
Suponho que isto apenas é válido para os casos em que ainda resta algum amor. Nos outros, muito provavelmente os pequenos gesto de amor diários (como comprar o pão preferido, as batatas doces para comer a dois ou o strudel de maçã para lambuzadelas carinhosas) já se devem ter ido há muito...
Pela fresquinha. Aquele sol da manhã. Aquela espreguiça. Aquele sorriso. Aquele abraço. Aquele humor. Pela fresquinha. De alma e peito abertos. Pela fresquinha. Aquele(re)começar de novo. Inspira. Fecha a porta. Bora lá. Pela fresquinha.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Desconfio que...
... a falta de educação, a presunção, o eterno desejo de ser fashion, mas o nunca lá chegar, uma certa inveja, a falta de amor, o adormecer com os pés frios e com a cama vazia ao lado, engordam!!!
Tenho dito.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Bom fim de semana!!!
E é assim: em menos de um virote ele chegou! Não tenho planos para este fim de semana... mas também não tinha para o anterior e acabou por ser bem bom!
Uma das actividades foi ir ao cinema ver este filme.
Ainda não sei se gostei. Mas sei que gostei muito do Brad Pitt e do George Clooney. Não pelo bom aspecto a que já nos habituaram mas pelo desepenho de ambos. Muito bons... actores!
Uma das actividades foi ir ao cinema ver este filme.
Ainda não sei se gostei. Mas sei que gostei muito do Brad Pitt e do George Clooney. Não pelo bom aspecto a que já nos habituaram mas pelo desepenho de ambos. Muito bons... actores!
USA
Ontem acordei cedo, muito cedo. Destino: aeroporto da Portela. Não, não me enfiei num avião para matar saudades da vertigem boa de levantar voo e não, não mergulhei numa capital europeia para umas fériazinhas culturais. Nada disso. O marido é que foi para os States.
Pedi-lhe para ele mandar um beijito meu ao Obama. D'xa lá ver se ele não se esquece do recado.
Pedi-lhe para ele mandar um beijito meu ao Obama. D'xa lá ver se ele não se esquece do recado.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Espero que possa

Aqui neste espaço não falo muito da crise, não falo (nada) do governo, de ministros, de economia, de BPN's e nacionalizações. Mas é impossível passar ao lado da eleição de Barack Obama para Presidente dos Estados Unidos da América. Ao fim ao cabo este homem é muito importante para os States, sim, mas muito importante para o resto do mundo também pelo peso e inflûencia que os EUA exercem sobre o resto do mundo.
De certeza que aqueles discursos quase poéticos são escritos com um dicionário ao lado, para escolher as melhores palavras, a encenação dos discursos deve ser repetida à exaustão em frente ao espelho, deixando muito pouco (ou nenhum) lugar para a improvisação. So what? Quem diz que um candidato à presidência dos EUA tem que ser espontâneo. Se calhar não tem, nem pode sê-lo.
Ainda assim, a orquestração que seguramente gira em torno do senhor não lhe tira o que ele tem: carisma. Por isso, fico à espera que algumas coisas mudem neste mundo, agarrada a três palavrinhas mágicas: Yes We Can.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Um desabafo
Se há coisa que eu destesto, mas detesto ao ponto de ter vontade de pegar no mundo e dar-lhe um xuto e ficar a vê-lo voar para outra galáxia, são as injustiças. Acho-as violentas, corrosivas e desnecessárias. E quando essas injustiças são para o meu meu lado... aí ninguém me cala. E pior, falo com a consciência que estou coberta de razão... e quando isso acontece, não me calo mesmo. E fico com vontade de dar desprezo de alto a baixo quando depois me vêm com paninhos quentes, depois de terem percebido que, afinal , aquilo foi de uma enorme injustiça.
Responsabilidades dos meus erros, assumo-as, sim senhor... agora não me imputem reponsabilidades dos erros dos outros. Isso não.
Responsabilidades dos meus erros, assumo-as, sim senhor... agora não me imputem reponsabilidades dos erros dos outros. Isso não.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

